No dia 04/04, um cidadão belemita denunciou na rede social que uma senhora desta cidade de Belém do São Francisco, que apresentava quadro clínico de hemorragia, teria procurado o hospital José Alventino Lima com o fim de ser atendida, mas isto não aconteceu pelo fato do médico plantonista se encontrava descansado. O fato teria acontecido no período da noite, por volta das 20 horas horas daquele dia.

A notícia sem dúvida é destas que impacta qualquer um, pois imagine um cidadão com quadro de hemorragia chegar em um hospital e não ser atendido por que o médico se encontrava repousando, ou seja, dormindo.

COMENTÁRIOS:

Como sempre acontece, logo em seguida a postagem diversos comentários inundaram as redes sociais e muito deles apontavam o prefeito do município, Licínio Lustosa como responsável, um destes pontuou o seguinte: “Cadê os médicos que tanto o prefeito falou que no hospital tinha”, Outros no entanto, em número bem menor, defendia o prefeito, tendo um destes postado: “Não estou aqui pra defender e nem criticar ninguém, mais sempre aconteceu isso, independe do gestor e outra, os médicos que estão atendendo no hospital são os mesmos da gestão anterior, conta-se poucos que não são”.

Outro internauta disse: “Isso ocorre com frequência, pois ainda não foi explicado que plantão não existe para dormir, pois o ganho daquele plantonista, tanto faz ter um paciente ou nenhum, de qualquer maneira ele ganha se tiver ou não paciente, mas reforçando, as assistentes ficam dando suporte sem querer incomodar o sonolento plantonista”. Um outro comentou dizendo que a foto postada, onde se ver as pernas de uma cidadã com sangue espalhado sobre sobre o piso não correspondia ao piso do hospital, sugerindo com isso que a aludida foto era referente a outro local, ou era da internet.

Esta foi a foto postada no aludido comentário e como se ver, o piso não é o do hospital José Alventino Lima.

NEGATIVA:

Acontece que a direção do hospital, na pessoa de Glauby Cavalcanti G. F. de Alencar, nega o episódio e assegura que a cidadã deu entrada na unidade se queixando de uma metrorragia que já vinha acontecendo há 16 dias, que foi feito todo procedimento inicial, a exemplo do preenchimento da ficha e comunicação ao profissional médico, mas após aguardar por alguns minutos a paciente se alterou emocionalmente, passando a agir com agressividade com os profissionais da instituição.

Segundo a mesma nota, após tentarem justificar o que entendeu a paciente como demora no atendimento, esta passou a gritar no interior do hospital, chegando inclusive a rasgar o prontuário de atendimento e em seguida se retirou do local aos gritos, e por isto não foi atendida.

A direção do hospital ainda destaca que os funcionários do hospital não pode serem afrontados ou recebidos aos gritos como acontece as vezes por parte de alguns pacientes ou parentes destes e que se isto voltar a acontecer não hesitará em adotar as medidas legais que lei autoriza, tanto no caso de desacato a funcionário público no exercício da função ou em razão dela, bem como com relação as ameaças, atitudes que pode importar em pena de prisão e multa”.

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