Terça feira, dia 15, Belém acordou sob o impacto de uma notícia que por certo será tida como o mais impiedoso crime que se tem notícia da nossa terra, o estupro seguido de morte de uma criança de apenas cinco anos de idade, de nome de Evelyn Kailane da Silva Cruz, que era filha de Claudionor (Nem dos Baldos) e Maria Adriana da Conceição Silva. Evelyn estudava na Creche Carolina Augusto de Sá, e era muito querida no Bairro Inocoop, local onde residia com a família. O crime absurdamente acontece quando decorre apenas 10 meses do macabro estupro também seguido de morte que foi vítima o menor Benício da Silva Gomes, bem como dois meses depois da inexplicável morte de Luiz Fernando Freire dos Santos, situação que deixa toda a sociedade perplexa e preocupada quanto ao futuro das nossas crianças. Em Petrolina uma só morte, sem estupro de uma criança que aconteceu no interior de uma das escolas mais tradicionais está causando uma comoção sem tamanho e a polícia ainda não conseguiu desvendar.

CASO BENÍCIO:

O caso Benício aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2015, um dia de domingo, quando Belém acordou com a infeliz e trágica notícia de que nas terras da fazenda Canta Galo, distante cerca de três quilômetros do centro da cidade, um corpo de uma criança, destas que vivia perambulando sem providências pelas ruas, foi encontrado sem vida, o corpo em adiantado estado de putrefação apresentava golpes de faca peixeira e pancadas com toros de madeira, sendo que momentos antes fora violentado e seviciado por dois elementos, um menor de idade e outro adulto.

Sem título

Benício foi também estuprado e morto. O caso chocou, mas Belém não aprendeu, não serviu de exemplo. O pior é que tem muitas outras crianças correndo graves riscos.

Pois bem, se este episódio já envergonhava e maculava a honra do belemita, imagine com este que acaba de acontecer e que acontece justamente num curto espaço de tempo, principalmente quando se sabe que o crime agora acontecido deu-se contra uma criança de menos idade e que ao contrário de Benício era bem cuidada pelos pais e familiares, pessoas bem religiosas, mas que igualmente teve o mesmo fim de Benício, já que terminou sendo covardemente estuprada, assassinada, com seu corpo sendo jogado ao léu, embora como dito, contasse ela com apenas cinco anos de idade, três anos menos que Benício.

CASO LUIZ FERNANDO:

Com apenas seis anos, a morte prematura de Luiz Fernando também doeu. A família diz que foi negado atendimento médico no hospital, as autoridades do município sem qualquer inquérito administrativo diz que não. A incógnita vai ser desvendada pela polícia que no início do ano vai ouvir as testemunhas sobre o rumoroso caso.

Com apenas seis anos, a morte prematura de Luiz Fernando também doeu. A família diz que foi negado atendimento médico no hospital, as autoridades do município sem qualquer inquérito administrativo diz que não. A incógnita vai ser desvendada pela polícia que no início do ano vai ouvir as testemunhas sobre o rumoroso caso.

Também dois meses antes, outra criança, Luiz Fernando Freire, com apenas 06 anos, morreu em circunstância misteriosa, inexplicável mesmo, a família acusa falta de atendimento médico ao procurar o hospital local, a direção do hospital, sem qualquer procedimento investigatório, sem uma apuração aprofundada e sensata diz que não. O fato é que este acontecido também causou e continua causando profunda indignação na sociedade, principalmente na família e amigos de Fabiano, que agora aguarda a conclusão do laudo médico, bem como a conclusão do inquérito policial que tramita na Delegacia de Polícia, sendo que nestes dias deve acontecer as oitivas das testemunhas que presenciaram o que a família alega.

CASO EVELYN:

O caso Evelyn, teve início na noite de segunda feira, dia 14, quando a criança ao afastar-se da vigilância familiar, foi atraída pelo elemento conhecido Antônio Joaquim Nascimento, que convenceu a entrar no interior da sua casa e após estuprá-la, resolveu assassina-la para em seguida descartar o corpo, agora dentro de um saco de colocar farinha, defronte a própria casa onde ocorreu o absurdo e monstruoso crime.

A pequena Evelyn na igreja com os pais. O caminho da fé em Deus foi encurtado de forma brutal.

Com a menina desaparecida, noite a dentro a família empreendeu busca incessante por quase toda cidade, mas tudo sem resultados concretos, sendo que na manhã da terça feita, dia 15, o que não era esperado aconteceu, a família e os vizinhos encontraram a menina morta e estuprada, situação que logo desaguou numa revolta incontida por parte dos parentes e das pessoas que procuravam Evelyn.

O canto da casa amarela com a casa branca foi o local escolhido pelo criminoso para descartar o corpo de Evelyn. A foto foi tirada da frente da casa do acusado.

O canto da casa amarela com a casa branca foi o local escolhido pelo criminoso para descartar o corpo de Evelyn. A foto foi tirada da frente da casa do acusado.

Com a descoberta do corpo logo chegou-se ao sanguinário assassino, que ainda se encontrava no interior da casa, pois rastros de sangue ia desde o local onde o corpo fora jogado até a porta da residência do acusado, e nesta mais sangue na sala, na cozinha e nas paredes, além de duas grandes pedras também com sangue, alguns fios de cabelos, um dos pés da sandália que a menor utilizava, além de marcas de tentativas de levantar a laje da rede de esgoto que passa sob a casa, que segundo algumas pessoas era o local inicialmente escolhido para o descarte do corpo.

SOCO NA CARA:

A notícia da morte de Evelyn, foi recebida como mais um soco violento na cara de uma sociedade que pouco importa com os gravíssimos problemas sociais que convive, inúmeros pais e jovens sem oportunidade de trabalho, educação pública de qualidade bastante questionável e insuficiente, dezenas de crianças verdadeiramente abandonadas perambulando pelas ruas com algumas delas se prostituindo em tenra idade, outras na iminência de graves riscos de mais violência, em fim uma desigualdade obscena campeia mas todos fazem vistas grossas, e ainda há quem pense que somos “um município educador”.

LINCHAMENTO:

Descoberto o criminoso, que segundo informes se encontrava debaixo de um sofá, a retirada do mesmo do local importou em motivos de preocupação para a polícia pois as pessoas queriam linchá-lo, daí buscaram despistar os que se aglomeravam no local, e no afastamento momentâneo destes o elemento foi retirado às pressas, e mesmo sendo levado para a delegacia, de lá foi também retirado sob forte escolta pois as pessoas enfurecidas queriam arrancá-lo das mãos dos milicianos. Com a retirada dos policiais do local do crime uma revoltada incontida explodiu desaguando na demolição por completa da casa do acusado, bem como na queima dos moveis e eletrodomésticos ali existentes, inclusive numa moto que o algoz possuía.

Casa do meliante e móveis que estava no seu interior foram completamente destruídos pela população revoltada, inclusive uma motocicleta.

Inconformados, já na noite do mesmo dia um protesto ecoou pelas ruas, inclusive passando defronte a 1ª Companha e como razão cobranças firmes a polícia e a justiça, mas aos nossos governantes e políticos, como sempre nada. Até parece que todos sempre estão atentos e empenhados nos problemas relacionados as menores de nosso município.

População vai as ruas protestar, mas esquecem os verdadeiros culpados: O próprio povo e seus legítimos representantes políticos. (Foto: Daniel Lima).

O clima era de profunda revolta, as ruas do bairro Inocoop ficaram completamente lotadas de pessoas que vinham de todos os locais da cidade e zona rural, com muitos caminhando entre a casa da vítima e a do acusado, na primeira, o local onde o corpo foi velado, na outra, apenas os escombros do que restou da maldita casa.

COSTUMAS:

Durante o velório as pessoas reunidas em grupos conversam e com elas histórias horripilantes a respeito do assassino eram contadas, uma ex-vizinha dizia que abandonou a casa que ali possui e foi residir em outra bem distante, pagando aluguel caro, pois segundo ela o mesmo assediava constantemente suas filhas, chegando ao ponto até de furar buracos nas paredes que dividia as duas casas com o fim de poder observar as filhas nos seus momentos mais íntimos, um destes buracos foi feito justamente da casa do acusado para o banheiro da casa da senhora e como forma de escondê-lo, no interior do mesmo um bolo de papel higiênico, deste de pouca qualidade, mais escuro, que era manuseado pelo criminoso quando bem interessava, mas que as pessoas que utilizavam o banheiro não conseguiam perceber. Afora este, um outro se existe na parede que dividia os muros das duas casas, mas como foi percebido logo foi tapado pela senhora. Ao ser questionada se havia registrado queixa na delegacia, disse que sim, que prestara queixas contra o referido elemento e que uma destas já teria chegado a esfera judicial. De fato, verificando o site da SSP e do Tribunal de Justiça, constata-se que existem registros. Na Delegacia de Polícia Antônio Joaquim é que acusa, M.N.C.S., C.G.C.S e J.C.S., de tê-lo injuriado, pois lhes chamara de estuprador e tarado, fato acontecido no ano de 2012, mas ao que parece o inquérito não evoluiu, ficando no entanto a partir daí o primeiro registro do que viria ser o acusado.

Segundo a vizinha, o acusado abriu o buraco acima partindo da casa dele para o banheiro da sua casa com o fim de observar suas filhas durante os banhos. Como forma de escondê-lo, no seu interior há um bolo de papel higiênico, destes mais escuro.

Segundo a vizinha, o acusado abriu o buraco acima partindo da casa dele para o banheiro da sua casa com o fim de observar suas filhas durante os banhos. Como forma de escondê-lo, no seu interior há um bolo de papel higiênico, destes mais escuro.

Também em 2012, uma das senhoras acima, M.N.C,S., representou contra Antônio por crime também previsto no artigo 140 do Código Penal (injúria), mas em audiência realizada no dia 05\10\12, ela preferiu retirar a queixa e com isso o feito foi arquivado. Também na justiça, o acusado responde por crime de trânsito, com audiência designada para o dia 21, segunda feira passada, mas sem o comparecimento do réu, que se encontra preso, a mesma deixou de acontecer.

Ainda no local as pessoas comentavam que o acusado as vezes exibia sua genitália publicamente, que já chegou a efetuar disparos de arma de fogo na rua. Além destes episódios, outros davam conta de que a esposa e seus filhos o abandonara por não mais suportar o convívio com o acusado, que segundo informações sozinho ficou a residir na casa referida.

VELÓRIO E SEPULTAMENTO:

Durante o trajeto para o cemitério uma multidão seguiu o cortejo para se despedir de Evelyn.

Durante o trajeto para o cemitério uma multidão seguiu o cortejo para se despedir de Evelyn.

Durante o velório, que aconteceu na residência da família, passaram centenas de pessoas. Na parte da tarde do dia 16, o corpo de Evelyn seguiu rumo ao campo santo local e imediatamente uma multidão seguiu com ela, o caixão com o corpo seguia atrás de vaqueiros que foram homenageá-la e logo atrás inúmeras pessoas portavam cartazes com dizeres diversos, de despedida e de apelo por justiça. Da sua casa o corpo seguiu para o bairro do Ipsep, alcançou a rua Dom Francisco Xavier, entrou na Avenida Procurador Carlos Caribé, desceu rumo à rua Cel. Pedro da Luz, e daí alcançou a BR 316, onde o trânsito parou, ao chegar ao cemitério outra multidão já aguardava Evelyn. No interior do campo santo as pessoas se espremia para se despedir. Durante o velório e trajeto músicas gospel eram tocadas por carros de som que foram gentilmente cedidos a família. No túmulo o único e último discurso de despedida, de um adeus para sempre.

Na beira do túmulo, o povo dá seu adeus para sempre a Evelyn.

Na beira do túmulo, o povo dá seu adeus para sempre a Evelyn.

DURANTE O VELÓRIO OUTRA MORTE:

O velório, que como dito foi marcado por fortes emoções e revolta, tomou contornos de mais tragédia quando no início da tarde de quarta-feira, antes do corpo seguir para o cemitério, ali chegou a informação que mais uma morte. A senhora Elza, moradora da fazenda Jericó, parente da menor e que se dirigia com o filho para o velório, colidiu com um caminhão que trafegava pela BR 316, e veio a falecer no local, isto justamente no cruzamento de acesso entre o cemitério público e a o bairro do Inocoop. O filho de Elza, condutor da moto, saiu levemente ferido.

RESPONSABILIDADE:

Embora o protesto tenha sido contra a polícia e a justiça, é preciso que se diga que tanto no caso do menino Benicio, como no caso Evelyn, a polícia agiu com precisão e logo os dois crimes foram desvendados. No primeiro, a participação do Conselho Tutelar nas diligências foi de suma importância para se chegar aos autores, de forma que os responsáveis, ao menor I.S., foi aplicado medida sócio educativa e encontra-se internado na Funase\Case – Petrolina. O maior de idade, Sidivam Aparecido dos Santos, já teve a instrução criminal encerrada e logo no início do ano deve ser submetido a júri popular quando por sete cidadãos será julgado e com enormes possibilidades, se houver prova suficiente, de pegar uma pena bastante alta. Vale ressaltar quanto a este caso que o feito não foi concluído não por falta de esforços do judiciário local, que aliás se encontra bem aparelhado, com a presença permanente de juiz e promotor, mas por falta de mais um defensor público, o único que promove a defesa do menor não pode atuar em favor do maior pois as versões são conflitantes.

O caso Evelyn, o estupro em si e o assassinato por certo deve render ao seu algoz pena também severa, o inquérito já foi remetido à justiça e o indicia nas penas parágrafo 4º., do artigo 217 – A, (estupro seguido de morte), que prever pena de 12 a 30 anos. Isto não há o que contestar, disso ninguém se preocupe, pois a prova neste caso além contundente e esclarecedora, conta com perícia técnica minuciosa elaborada no local dos fatos, o que a torna mais robusta ainda.

PREOCUPAÇÃO:

Pois bem, de preocupação mesmo nos resta o fato de que num intervalo de tempo tão curto, apenas nove meses, três episódio de tamanha gravidade envolvendo crianças de idades respectivas de 08, 06 e 05 anos, e que por certo outras violências acontecem, inclusive se sabe que duas outras crianças se encontram em alto risco de vulnerabilidade e tudo isto tem como uma das causa o fato de que o principal mecanismo de defesa das crianças e dos adolescente do município não funciona a contento, está sucateado e sem a menor condição de promover diligências mais pertinente em favor dos nossos infantes. Nos referimos ao Conselho Tutelar.

DENUNCIAS E DESCASOS:

O Conselho Tutelar, há muito se fala da situação de penúria que vive, mas nada é feito. A própria TV do Grande Rio, afiliada da Rede Globo de Televisão, quando do acontecido com Benicio veiculou em seu noticiário a situação de fato anormal que existe, disse a reportagem que, “logo na entrada se ver fiação exposta, portas estragadas pelo cupim, infiltração nas paredes, inexistência de telefone fixo e celular, sem xerox, sem escâner, e as poucas mobílias que tem foram doadas pelo Tribunal de Justiça, Ministério Público, algumas pessoas da sociedade. Na mesma ocasião ainda foi denunciado os constantes atrasos nos salários dos conselheiros, o que às vezes redunda em greve por parte de alguns dos conselheiros”.

Durante a gravação, o repórter entrevistou os conselheiros Charles Sá e Osvaldo dos Santos, sendo que ambos ratificaram o abandono, inclusive salientando que até o carro que servia para as diligências estava com o pagamento de sua locação atrasado e com isso se encontrava parado, o que impede os conselheiros de diligenciarem, em alguns casos a distância é grande e não têm eles como saírem a pé.

A situação vivenciada pelo conselho tutelar de Belém do São Francisco se agravou mais ainda de lá para cá, o carro foi retirado de vez, o Sistema Sípia (Sistema de Informação para a Infância e Adolescência) não funciona e  o próprio ministério público e a justiça local sabem disto e fazem tudo para melhorar as condições, mas esbarram nas intenções da prefeitura e fatos como este há muito negativamente extrapola as fronteiras do município já que a citada televisão acompanhou as investigações e quando esteve no conselho tutelar verificou o que acontece, inclusive a má vontade em dotá-lo de condições decente e mais uma vez, agora no caso Evelyn, a triste notícia também ultrapassou as fronteiras do estado.

ACORDAR É PRECISO:

É preciso que Belém acorde para a realidade que vive, não estamos a discutir as causas dos nossos problemas administrativos, ou a crise constante que assola Belém, com inúmeros problemas sem soluções, com uma cidade que se degrada cada dia mais, pois nada, nada funciona a contento.

Definitivamente precisamos saber as causas e o porquê de acontecer tantas mazelas sociais, de saber para o que, quanto e para quem são destinados nossos recursos públicos. Precisamos de transparência, de muita transparência para que assim possamos claramente saber dos recursos que são carreados para os cofres municipais e consequentemente para o atendimento premente das necessidades da sociedade, inclusive o funcionamento a contento do Conselho Tutelar, e a partir daí possamos se conformar ou não com o quantum que é legalmente destinado para cada órgão público.

Daí digo por ser muito interessante o fato de muitos belemitas se dizerem indignados com os crimes que vitimaram duas crianças, Benício e Evelyn, com a morte prematura e inexplicável de Luiz Fabiano, que faleceu segundo a família à míngua e em consequência, sem fazerem as suas “mea culpa”, as pessoas laçam inúmeras críticas ou protestos através das redes sociais, mas apenas contra a polícia ou a justiça, esquecendo os demais responsáveis.

Será que é por aí? Será que cada um de nós não tem uma parcela grande de culpa no que acontece?

É preciso que resolvamos definitivamente questões como está e muitas outras que existem e muito nos atormenta, que resolvamos questões como a inércia latente que nos abate, é imperioso acima de tudo que aprendamos a votar. Só através do voto consciente é que podemos mudar a realidade que vivemos.

Acontece porém que pouquíssimo são aqueles que enxergam desta forma na hora da resposta adequada, na de voto, na hora que se tem de fato a oportunidade para implementar as profundas mudanças que o município requer, mas alguns, e são muitos, preferem agir na busca benesses pessoal, de migalhas em troca do tipo “venda do voto”, o que é lamentável. Precisamos conhecer melhor os candidatos, suas opiniões e de uma vez por toda acabar com este vai e vem miserável que acontece.

A próxima eleição por exemplo, será para prefeito e vereadores, mas duvido que desde já pensem nisto. Todos com certeza já tem seus candidatos, os mesmos de sempre, os que fazem este sistema miserável de exclusão e de desigualdade social absurda e incomum onde uns através do poder político municipal tem tudo e outros, sem contar com a mínima complacência do mesmo poder, só infelicidades, com vidas inocentes sendo impiedosamente molestadas, interrompidas covardemente, como é o caso de Benício e Evelyn e do próprio Luiz.

Até quando?

Escrito por Tadeu Sá.

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