Dentre aos instituições condenadas em Pernambuco, o Instituto Superior de Educação de Floresta (ISEF).

O Ministério Público Federal (MPF) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, conseguiu na Justiça Federal a condenação de três instituições que ofereciam irregularmente cursos de extensão como se fossem de graduação, no interior do estado.

Foram condenados o Instituto Superior de Educação de Floresta (ISEF), mantido pela Sociedade de Educação Cultura e Esporte de Floresta; a Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire), mantida pela Sociedade de Desenvolvimento do Ensino Superior do Vale do Capibaribe; e a empresa Alinne Naiany Souza Silva de Lima. O autor da ação é o procurador da República, Luiz Antônio Miranda de Amorim Silva.

As três entidades participavam de esquema para ludibriar e lesar alunos residentes nas cidades de Chã Grande e Caruaru, que acreditavam estar matriculados nos cursos superiores de Administração, Pedagogia, Serviço Social e Gestão Ambiental, oferecidos pelo ISEF em parceria com a Fadire. No entanto, as duas instituições foram credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) para ofertar cursos somente nas cidades em que têm sede, ou seja, Floresta e Santa Cruz do Capibaribe, respectivamente.

A emissão irregular dos diplomas do curso de Pedagogia seria feita pelo ISEF e dos demais cursos pela Fadire, em um esquema clandestino de intercâmbio de certificados. A pessoa jurídica Alinne Naiany recebia os pagamentos dos alunos pelos cursos irregulares ofertados.

De acordo com a sentença judicial, os condenados montaram “uma enganosa organização assemelhada ao sistema de franquias para funcionar como instituição privada de ensino superior, em desacordo com a normatização que exige autorização, reconhecimento, credenciamento, supervisão e avaliação da União”. (Fonte: JC).

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