Que é fato que a limpeza pública de Belém é feita por uma empresa florestana, isto ninguém ousa discordar, pois a Administradora Laranjeira, que chegou ao município no governo do falecido prefeito Aníbal Roriz, atravessou durante todo este tempo os governos de Doutor Hugo, de Helionaldo Lustosa e dois do atual prefeito Gustavo Caribé, ou seja, ela está na vida belemita a mais de quinze anos.

Agora o que ninguém esperava, é que homens e algumas mulheres encarregadas desta limpeza viessem de Floresta. Um fato, pois que chama atenção, já que isto acontece pela primeira vez na vida do município, levando a que empregos, mesmo que humildes e com baixo salário, que deveria ser de belemitas, mas estão nas mãos de florestanos. A razão para isto ninguém sabe, mas se sabe que sendo um belemita a despesa com estadia na cidade se torna muito menor.

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Afora isto, nos últimos meses Belém vem assistindo o número de garis diminui sensivelmente, a ponto de ter apenas sete que se responsabilizam por toda limpeza da cidade, e que por isso um acúmulo miserável de lixos se espalham pelas ruas, avenidas e praças da cidade e destes sete heroicos cidadãos, três deles são moradores da cidade de Floresta. Dos três florestamos, duas jovens mulheres.

Segundo se comenta também, embora não seja a causa da diminuição no número garis e aí se inclua, motorista, varredores e aqueles que recolhem o lixo, a prefeitura estar a dever a Laranjeira, algo superior a um milhão de real. Um baita rombo que vai sobrar para alguém, para a empresa, o que é improvável, ou para a própria prefeitura, e neste caso, para o povo que já pena como ninguém.

Escrito por Tadeu Sá.

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