Nos dois primeiros meses deste ano, as mortes provocadas pela Polícia Militar superaram o índice de homicídios em São Paulo. Segundo reportagem do SBT com base em dados do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa), foram 60 casos de morte decorrente de intervenção policial (antigamente registrada como “resistência seguida de morte”) contra 50 homicídios no local.

Enquanto a promotora do Ministério Público de São Paulo  que investiga casos em que provas foram produzidas pelos PMs para alterar a cena do crime e justificar as mortes, Dra Thelma Thais Cavarzere, afirma que “Ninguém tem o direto de tirar a vida de ninguém”, o corregedor da Polícia Militar de SP, Marcelino Fernandes da Silva, afirma: “a PM trata dos efeitos, não da causa“. “Não tem como não ser uma polícia que rebata essa violência com medidas enérgicas“. Nesta queda de braço, as vezes quem sempre paga o pato é o cidadão inocente, é o cidadão de bem.

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