Embora alguns falem mal da licitação realizada pela prefeitura local para exploração dos quiosques do pátio da feira e da orla da Rua Antônio de Sá, com muitos afirmando que tem vencedor que sequer sabe o que um restaurante, e que outros só saíram vencedores por serem parentes bem próximos dos políticos governistas que estão em final de mandato, mas mesmo assim, há deles que dizem o contrário, que mesmo se declarando adversário do prefeito Gustavo Caribé, afirmam que o processo de licitação transcorreu dentro da mais perfeita legalidade e quem venceu, venceu de acordo com as regras estabelecidas. Para estes, tem pessoas não aparecem para fazerem suas propostas e depois ainda sai falando sobre o que não acontece.

Mas também é verdade que há aqueles que mesmo não participando da licitação, e que assim agiram por entender que o critério para a escolha seria exclusivamente político, que isto era o que ia prevalecer, e como tal alegam que preferem esperar que a referida licitação, que se deu no final de uma gestão que não elegeu seu sucessor e sem que concluísse alguns serviços como deveria ser, seja anulada e outra seja realizada para que possam concorrer. Mas quem garante que sendo assim não possa esta ser dirigida com o fim de beneficiar os futuros situacionistas?

Para o povo, que nada tem a ver com os responsáveis e pela própria licitação em si, o que interessa é que todos atendam os futuros clientes com eficiência, presteza, atenção, respeito, com um atendimento qualificado e de qualidade, afinal quem procura e paga é porque quer ser bem atendido. Daí ser necessário que a futura administração se preocupe e exija de todos os vencedores a participação em cursos sobre alimentação, atendimento e higiene.

Escrito por Tadeu Sá.

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