O suplente de vereador de Belém do São Francisco, Rogério Carlos Gomes de Carvalho, mais conhecido como Rogério Araquan, que também vem a ser assessor do atual prefeito Licínio Lustosa, abriu o verbo na semana passada e disse que a eleição para a Presidência da Câmara Municipal de Vereadores estava se aproximando e as negociações já estão acontecendo com promessas de altos cargos e salários exorbitantes. Rogério não desse de quem tratava.

Na verdade a eleição estar pegando fogo, e o que se comenta é que o presidente Joase Campos gostou do posto e quer a reeleição. A outra corrente lançou o vereador Valdir Moreno, mas neste meio tudo pode é possível, e até quem não é candidato pode terminar sendo eleito presidente, basta muito conversas, um bom dinheiro e alguns cargos.

Na denúncia, o suplente foi mais longe ainda, já que afirmou: “Hoje a câmara de vereadores é uma casa de leilão. Quem dá mais? Quem dá mais? Indaga o político, que ainda adverte:“Meus amigos. Está se aproximando a eleição para Presidência da Câmara Municipal de Vereadores em Belém, vale ressaltar e alertar a população no sentido de que as negociações já estão se firmando. Panelas se mexendo com proposta de altos cargos e promessas de salários exorbitantes em uma população tão carente vivendo momentos de dificuldade por falta recursos e até falta de fé. O que se ver é descaso de alguns vereadores para com o povo… Hoje a câmara de vereadores é uma casa de leilão. Quem dá mais? Quem dá mais?”. Disse Rogério

Não se sabe porém, que se Rogério Araquan estivesse lá se as coisas seriam diferentes. Acredita-se até que não. Mas a realidade é que a Câmara de Vereadores de Belém do São Francisco legisla totalmente na contra mão da realidade da população, pois enquanto um vereador recebe mensalmente a importância de R$ 7.100 (sete mil e cem), mais da metade, ou seja 53,6% dos domicílios de Belém, recebem no máximo meio salário mínimo e isto graças aos programas sociais existentes.

Ainda na contramão do salário, o que se sabe é que um vereador das vizinhas cidades de Floresta e Cabrobó, cujas populações chega a 33, 34 mil habitantes e Belém com apenas 20 mil, recebe apenas R$ 6,000 (seis) mil por mês e olhe que nestes municípios os vereadores trabalham o dobro dos de Belém, lá são quatro reuniões mensais, aqui apenas duas e tudo isto sem falar nos descompassos das suas decisões, já que agem de forma completamente contrária ao que recomenda Tribunal de Contas, votam a favor de projetos que penalizam a população, agem sem sequer saberem as razões que levaram o município a falência, e quando estão no governo votam de uma forma, quando são opositores votam de forma totalmente contrária. É pura incoerência.

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