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Preocupado com o futuro dos jovens, Tadeu Sá, pede que em parceria terrenos baldios sejam transformados em campos e quadras de terra batida.

Aproveitando a passagem pelo município da “Caravana do Esporte e das Artes”, o advogado Tadeu Sá, entregou pessoalmente a coordenação do evento a minuta de um projeto que visa fortalecer a prática do esporte nas pequenas cidades do interior do nordeste, especialmente aquelas mais pobre, que não possuem condições de construir as estruturas necessárias para que seus jovens possam com desenvoltura se enveredarem pela prática das mais variadas modalidades esportivas.

Na minuta, o advogado sugere a instituição para que incentive as autoridades, em especial os prefeitos dos pequenos municípios, como é o de Belém, para que utilizem os espaços dos terrenos baldios existentes nas nossas ruas, implantando pequenos campos ou quadras de esportes de terra batida com o fim de possibilitar que diversas modalidades esportivas, a exemplo do futebol de salão, do futebol de campo, do basquete, vôlei, handebol, futsal, tênis, hóquei sobre grama e tantos outros sejam praticados pelos jovens e adolescentes.

Para Tadeu Sá, “A iniciativa, é de suma e interessante importância, já que o esporte além de incorporar diversas outras atitudes nos praticantes, ainda tira muitos da ociosidade e da miséria social que vivem, fazendo com que os envolvidos ocupem um tempo maior numa tarefa que fortalece a mente, a saúde e dignifica a alma, afastando por consequência do convívio maléfico, do uso do álcool e da droga que se alastra de forma incontida no seio da juventude, e muito mais ainda, formando uma geração futura mais sadia, e quem sabe daí, na descoberta de novos talentos, como é o  caso da própria Fofão, integrante da Caravana do Esporte de das Artes, que mesmo vindo de família humilde, durante o período 1991 a 2008, disputou 340 partidas pela seleção brasileira de vôlei, quando sagrou-se campeã olímpica, além da  presença em cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos. Fofão é o mais claro exemplo de uma pessoa que mesmo vindo de baixo, através do esporte conseguiu uma vida brilhante, e conquistas importantes que muito orgulha o povo brasileiro”.

No documento, diz Tadeu: “É verdade também que para a implantação do esporte nas condições que deve ser, nossos municípios não possuem condições econômicas para tanto, o que logo inviabiliza o desejo de muitos, principalmente dos governantes das pequenas cidades, especialmente no momento em que atravessamos uma forte crise econômica, mas que isto não deve ser causa que nos impeça de engajar e de encorajar nossos jovens a praticarem as mais diferentes modalidades esportivas, até mesmo o variado esporte náutico, já que estamos ao lado do velho Rio São Francisco e do lago da Usina Hidroelétrica Luiz Gonzaga, o maior de Pernambuco, o segundo maior do nordeste brasileiro”.

Precisamos em razão como dito, do momento, buscar soluções simples e em condições com nossa realidade, precisamos urgentemente envolver nossos jovens com o esporte, mas que isto aconteça sem que as despesas importem em mais sacrifícios para os pequenos municípios e consequentemente para seu povo e neste caso então, podemos utilizar com a mesma determinação e atitude as inúmeras áreas de terrenos baldios que existem em quase todas as pequenas cidades deste país”, diz o advogado.

Para tanto é preciso que se parta da premissa de que é dever das prefeituras cobrar com atitude e rigor a limpeza constante e efetiva das áreas de terras baldias, mas se celebrarmos uma parceria entre os proprietários destas áreas e a prefeitura, pode o município assumir a responsabilidade deste encargo para com isso ocupar temporariamente estes locaisCom a celebração destas parcerias e com as posses provisórias das áreas previamente escolhidas, se encarregaria a prefeitura de limpar os locais e se for o caso, aplainar, colocar barros ou areia e em seguida fazer a demarcação dos pequenos campos ou quadras esportivas de terra batida, ficando a seguir barras ou traves de acordo com o esporte a ser difundido, e ao mesmo tempo também, capacitar um, ou mais funcionários do município com o fim de confeccionar as redes a serem utilizadas durante os jogos, nos torneios municipal e regional, bem como para os concertos das bolas que vierem necessitar. Quanto a estas, seja bolas para o mini futebol de campo, de salão, de basquete, de voleibol, de handebol, raquetes para tênis, que se firme uma parceria com a iniciativa privada e a própria comunidade com o fim de adquiri-las. Depois disto, de forma organizada, com a inclusão da própria sociedade no projeto, quem sabe não possamos aplacar uma das maiores preocupação de Fofão que é justamente a falta de renovação não só no vôlei brasileiro, mas de todo esporte nacional de uma maneira em geral”.

Ao finalizar, o documento diz: “Ainda assim, afora a prática salutar do esporte por parte dos nossos jovens e por que não dizer por todos, ainda viria o asseio das áreas hoje degradados e imundas, o que importaria em satisfação maior ainda para comunidade e menos focos de insetos nocivos à saúde pública, que hoje, infelizmente atormentam a cidadania”.

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Ao invés de lixo, áreas como estas podem ser transformadas em quadras de terra batida para que jovens, crianças e adultos se sinta atraídos pelo esporte.

Ao invés de lixo, áreas como estas podem ser transformadas em quadras de terra batida para que jovens, crianças e adultos se sinta atraídos pelo esporte.

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Um comentário até agora.

  1. Carlos gomes disse:

    É isso ai amigo,até que enfim uma pessoa de bom censo que pensa em nossa cidade e no futuro dos nossos jovens,sucesso nessa luta,e que deus nos ajude a tirar os lixões da nossa cidade.

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